Sistema Imunológico é um impressionante mecanismo de proteção existente dentro do nosso corpo, ele defende nosso organismo de milhões de bactérias, micróbios, vírus, toxina e parasitas que querem invadir nosso corpo.
A ação do Sistema Imunológico começa ainda bem cedo, ainda na fase infra-uterina, nesta etapa, os linfócitos, do feto fazem a cópia e armazenamento de todas as sequências de aminóacidos (proteínas) existentes em nosso corpo.
É importante saber que um único linfócito não conhece todo o corpo, mas todos juntos, passam a reconhecer todas as proteínas de nosso corpo. Desta forma fica bem mais fácil indentificar a presença de alguma proteína desconhecida para, só então, combatê-la.
O combate contra o "corpo estranho", será iniciado imediatamente, após a produção de anticorpos, nesta fase, o linfócito passará a se chamar de plasmócito.
A reação do anticorpo contra este corpo estranho, é conhecida como antigeno-anticorpo, e tem por função atrair o maior número possível de macrófagos. Estes, por sua vez, farão a fagocitose, destruindo não só o corpo estranho, mas também o anticorpo que a ele está aderido.
Após destruir os corpos estranhos, os macófagos se auto destroem (este processo é chamado de autólise). Por fim restarão somente seus resíduos, que serão removidos pela corrente sanguínea. Quando isto não ocorre, o acumulo de macrofágos mortos passará a ter forma de pus.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Conflito MST
O Movimento dos Sem-terra não querem negociar desocupação da Fazenda Espírito Santo que pertence a Agropecuária Santa Bárbara, de propriedade do banqueiro Daniel Dantas, assim informam os coordenadores do MST ao governo do Pará, durante reunião na sede da Prefeitura de Xinguara. Segundo eles "São terras públicas que pertencem ao Estado e nós queremos a desapropriação independente de ser de Daniel Dantas ou não", declarou Charles Trocate - Coordenador do MST, responsável pelas negociações com o Estado.
Em reunião com Representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Comando Geral da Polícia Militar, Casa Civíl e Prefeito de Xinguara. O MST apresentou uma pauta com quatro reivindicações. A primeira é a apuração do confronto, segundo Charles Trocate as informações divulgadas até agora não são verdadeiras, "Não houve tentativa de invasão da sede da fazenda que fica a 35 quilometros de nosso acampamento, não houve cárcere privado de jornalistas". Outra reivindicação é a prisão de um pistoleiro que estaria "aterrorizando os acampados".
O Movimento quer ainda que seja feita uma operação de desarmamento na área. A coordenação informa que o MST não possui armas de fogo no acampamento, "Se encontrarem podem apreender". O Coordenador pediu também, a criação de um grupo para apresentar um plano de reforma agrária para a região.
No próximo dia 28/Abril o MST se reúne em Belém para uma nova rodada de negociações, com a presença do Incra, Iterpa, Ouvidoria Agrária Nacional e Casa Civíl.
A Secretaria de Segurança Publica informa que abriu inquérito policial para apurar as causas e os crimes cometidos durante o confronto. O titular da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá, Delegado Luiz Paulo Galrão, informou que feridos e testemunhas serão ouvidos. Ele vai exigir que os seguranças da fazenda entreguem as armas para perícia. Vai pedir também, as imagens feitas pelo cenegrafista de Marabá na hora do confronto. A Polícia e as investigações estão sendo acompanhadas pelo Ministério Público.
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